
Tem coisa mais irritante do que preconceito e moralismo? Vivemos numa democracia, e a liberdade de expressão é um direito de todos. Ou seja, você tem todo direito de ter suas opiniões, mas não é disso que estou falando. Estou falando de pessoas prepotentes e covardes, com aquele pseudo ar de superioridade, que fazem comentários do tipo: “Fulana não presta rapaz, pega Deus e o mundo...” Como assim?! É absurdo que alguém acredite que o que a outra faz com seu corpo tenha algo a ver com a integridade dela, com seus valores— o que muda se ela ficou com 1, 2 ou 3? Ela deixa de ser companheira, confiável, honesta por beijar várias pessoas? Se existem tantas opções no mundo, é para as pessoas escolherem, oras. Você pode não gostar, mas certamente não está em condição de julgar, por um simples motivo: ninguém está.
Se Fulana dá pra todo mundo, Sicrano vive às custas da mulher, Beltrana já fez dois abortos, é problema deles. Cada um que vai arcar com as consequências das suas escolhas e ponto.
Eu penso que mulher que é mulher dá pra quem ela quiser. Aliás, o certo pra mim é nem perder tempo pensando nesse assunto porque é algo tão natural e simples como escovar os dentes. Acho importante sim, haver respeito, verdade e transparência na relação, mesmo que seja apenas uma ficada, uma noite. Garantindo isso, o resto é só sexo, só beijos, só curtição! Não há porque complicar! É algo passional, carnal e intempestivo como deve ser. Não existem manuais, nem regras pra isso. Vamos usar camisinha e pronto! Não estou fazendo aqui uma apologia à banalização do sexo ou das ficadas (mesmo que sejam só beijos), estou querendo apenas que as pessoas curtam mais o que há de bom, o que é simples, gostoso e natural e parem de julgar os outros por isso. Tenho muitas amigas que ficam se reprimindo e não é por falta de vontade, pois se fosse por isso eu respeitaria, mas sim por medo dos julgamentos alheios. Rapaz, se eu fico com um cara e depois vou temer o juízo que ele vai fazer de mim por isso ou aquilo, é um aviso dos céus pra eu não me envolver mesmo com a figura. Deus me livre.
O número de pessoas que passaram pela minha cama, não interessa a ninguém, não altera a camada de ozônio, nem a minha personalidade ou valor. A única coisa que muda é a minha experiência, que aumenta e isso só ajuda. Mas, veja bem: dar pra quem quiser não significa pegar vários pra provar algo ou se vingar de alguém, pra se auto afirmar ou causar ciúmes. Isso é falta de respeito consigo mesma. O gostoso é deixar rolar, e ficar se bater a vontade naturalmente. É como disse Leila Diniz: "Querido, eu posso dar pra todo mundo, mas não pra qualquer um".
Isso é que é mulher. Defendo a idéia do “descomplicar”. Já fui muito diferente, mas hoje vivo um dia após o outro, sem arrependimentos. E sou transparente, nada de ficar fazendo caras e bocas e no fundo ser outra coisa. Como diz um amigo meu, "eu sou assim, me aceite."
Gente complicada é difícil de lidar, a gente se estressa, cansa, grita, chora, se desgasta. Tudo que eu quero é estar ao lado de pessoas leves, sem complicação. Não tô querendo dizer que se relacionar seja fácil. Relacionamentos, sejam eles de anos ou de uma noite, não são fáceis. Cada um quer uma coisa, a comunicação falha e erros acontecem. Mas tem a parte boa, que é viver, de fato, as histórias.
Eu quero estar sempre em movimento. Vou finalizar plagiando uma frase de Frank Sinatra, faço minhas as palavras dele: “Só se vive uma vez - e da maneira como estou vivendo, uma vez basta”.
Se Fulana dá pra todo mundo, Sicrano vive às custas da mulher, Beltrana já fez dois abortos, é problema deles. Cada um que vai arcar com as consequências das suas escolhas e ponto.
Eu penso que mulher que é mulher dá pra quem ela quiser. Aliás, o certo pra mim é nem perder tempo pensando nesse assunto porque é algo tão natural e simples como escovar os dentes. Acho importante sim, haver respeito, verdade e transparência na relação, mesmo que seja apenas uma ficada, uma noite. Garantindo isso, o resto é só sexo, só beijos, só curtição! Não há porque complicar! É algo passional, carnal e intempestivo como deve ser. Não existem manuais, nem regras pra isso. Vamos usar camisinha e pronto! Não estou fazendo aqui uma apologia à banalização do sexo ou das ficadas (mesmo que sejam só beijos), estou querendo apenas que as pessoas curtam mais o que há de bom, o que é simples, gostoso e natural e parem de julgar os outros por isso. Tenho muitas amigas que ficam se reprimindo e não é por falta de vontade, pois se fosse por isso eu respeitaria, mas sim por medo dos julgamentos alheios. Rapaz, se eu fico com um cara e depois vou temer o juízo que ele vai fazer de mim por isso ou aquilo, é um aviso dos céus pra eu não me envolver mesmo com a figura. Deus me livre.
O número de pessoas que passaram pela minha cama, não interessa a ninguém, não altera a camada de ozônio, nem a minha personalidade ou valor. A única coisa que muda é a minha experiência, que aumenta e isso só ajuda. Mas, veja bem: dar pra quem quiser não significa pegar vários pra provar algo ou se vingar de alguém, pra se auto afirmar ou causar ciúmes. Isso é falta de respeito consigo mesma. O gostoso é deixar rolar, e ficar se bater a vontade naturalmente. É como disse Leila Diniz: "Querido, eu posso dar pra todo mundo, mas não pra qualquer um".
Isso é que é mulher. Defendo a idéia do “descomplicar”. Já fui muito diferente, mas hoje vivo um dia após o outro, sem arrependimentos. E sou transparente, nada de ficar fazendo caras e bocas e no fundo ser outra coisa. Como diz um amigo meu, "eu sou assim, me aceite."
Gente complicada é difícil de lidar, a gente se estressa, cansa, grita, chora, se desgasta. Tudo que eu quero é estar ao lado de pessoas leves, sem complicação. Não tô querendo dizer que se relacionar seja fácil. Relacionamentos, sejam eles de anos ou de uma noite, não são fáceis. Cada um quer uma coisa, a comunicação falha e erros acontecem. Mas tem a parte boa, que é viver, de fato, as histórias.
Eu quero estar sempre em movimento. Vou finalizar plagiando uma frase de Frank Sinatra, faço minhas as palavras dele: “Só se vive uma vez - e da maneira como estou vivendo, uma vez basta”.
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